Em processos de fresagem bruta de peças pesadas e de grande volume, a escolha correta de ferramentas, parâmetros de corte e estratégias de refrigeração pode fazer a diferença entre uma produção eficiente e um processo com falhas frequentes. Este artigo analisa em profundidade como cada material — grafite, alumínio e aço — exige abordagens distintas para garantir precisão, durabilidade da ferramenta e produtividade elevada.
Para o grafite, que é frágil e abrasivo, recomenda-se velocidades de corte mais baixas (150–300 m/min) e avanços moderados (0,1–0,2 mm/rotação). Ferramentas com geometria de ponta afiada e revestimento PVD são ideais para minimizar desgaste. Em contraste, o alumínio requer alta velocidade (400–800 m/min) e baixo avanço (0,05–0,15 mm/rotação), pois sua baixa dureza reduz o esforço de corte mas aumenta o risco de aderência à ferramenta. Já o aço exige ferramentas de alta resistência térmica (como carbeto de tungstênio com revestimento TiAlN), com velocidades entre 100–250 m/min e avanços de 0,2–0,5 mm/rotação para manter a estabilidade do processo.
Quando se trata de trajetórias, o grafite beneficia-se de caminhos de corte contínuo com menor profundidade por passada (0,5–1 mm), enquanto o alumínio pode suportar cortes mais profundos (1–2 mm) com maior eficiência. Para o aço, especialmente em peças pesadas, o uso de estrategias de “contorno progressivo” (step-down) ajuda a distribuir melhor a carga térmica e mecânica, evitando vibrações excessivas. Estudos mostram que essa abordagem reduz o desgaste das ferramentas em até 35% em comparação com métodos tradicionais.
O calor gerado durante a fresagem bruta pode causar deformações térmicas, especialmente em peças de grande formato. Uma solução eficaz é o uso de refrigeração forçada com jatos direcionados (pressão mínima de 4 bar) e lubrificantes especiais para cada material. No caso do aço, o uso de sistemas de refrigeração interna nas ferramentas reduz a temperatura da ponta em até 25°C, prolongando a vida útil da ferramenta em até 40%. Além disso, sensores de vibração integrados em máquinas modernas permitem ajustes em tempo real, mantendo a qualidade do acabamento mesmo sob carga pesada.
Exemplo prático: Uma empresa de usinagem em Portugal conseguiu aumentar a produtividade em 27% ao aplicar essas estratégias no processamento de blocos de aço para moldes industriais, com redução de 18% nos custos com ferramentas.
A Kebao CNC FH1890L é projetada especificamente para operações de fresagem bruta pesada, oferecendo alta rigidez estrutural, sistema de refrigeração de alta pressão e controle dinâmico de vibração. Seus eixos de alta velocidade (até 30 m/min) e capacidade de corte em grandes volumes tornam-na ideal para trabalhar com os três materiais discutidos. Com uma taxa de repetibilidade de ±0,01 mm, ela garante consistência em lotes maiores — algo essencial para clientes que buscam qualidade constante em produção em massa.
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