Três eixos vs. Cinco eixos em usinagem de grafite: por que a eficiência aumenta em mais de 30%?

04 11,2025
CNC KAIBO
Guia Tutorial
A usinagem de grafite com máquinas tridimensionais frequentemente enfrenta limitações como erros de virada e baixa produtividade. Já o centro de usinagem vertical de cinco eixos, com tecnologia RTCP (compensação automática do ponto central da ferramenta), permite cortes eficientes em múltiplas faces sem necessidade de reconfiguração. Este artigo explica como o FH855L melhora a eficiência em mais de 30% na fabricação de eletrodos e moldes complexos — desde os fundamentos até técnicas avançadas para otimização de parâmetros e planejamento de trajetórias. Aprenda a evitar problemas como inconsistência superficial e montagens repetidas, garantindo alta qualidade e produtividade.
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Por que a usinagem em 5 eixos aumenta a eficiência em mais de 30% com materiais como grafite?

Se você trabalha com eletrodos de grafite ou moldes complexos, já deve ter sentido o impacto das limitações da usinagem em 3 eixos — principalmente quando se trata de precisão repetida e tempo de ciclo alto. Mas e se pudéssemos eliminar os erros de reorientação e reduzir significativamente o tempo de setup?

A diferença real entre 3 e 5 eixos não está apenas na movimentação — é sobre controle

Em uma máquina de 3 eixos tradicional, cada novo ângulo exige um novo posicionamento do peça — e isso gera desalinhamentos acumulados. Com a tecnologia RTCP (Rotational Tool Center Point), a máquina ajusta automaticamente o ponto central da ferramenta em tempo real. Isso significa: uma única fixação para múltiplas faces. Em testes reais com peças de grafite para moldes elétricos, isso resultou em até 35% menos tempo de produção — sem sacrificar qualidade.

Fator 3 Eixos 5 Eixos com RTCP
Tempo de setup por peça ~45 min ~15 min
Consistência superficial Baixa (±0.1 mm) Alta (±0.03 mm)
Eficiência global 100% 135%*

* Baseado em dados coletados durante 3 meses de operação em fábricas de moldes no Brasil e México. O aumento médio foi de 32%, com picos acima de 38% em peças com geometria complexa.

Como otimizar parâmetros para grafite: velocidade, profundidade e rotação

Grafite é frágil, mas também muito homogêneo. A chave está em equilibrar velocidade de corte (feed rate) com rotação do eixo principal (spindle speed). Para grafite fino (densidade ~1.7 g/cm³), recomenda-se:

  • Velocidade de avanço: 8–12 m/min (para melhor acabamento)
  • Rotação do eixo: 12.000–18.000 RPM
  • Profundidade de corte: 0,2–0,5 mm (menor = mais controle)

Evite usar ferramentas com ângulos agudos — elas causam microfraturas. Prefira ferramentas com borda afiada e revestimento PVD para maior vida útil.

Dica prática: planeje rotas de corte inteligentes

Use estratégias como “corte em camadas” (layer milling) para evitar vibrações. Também evite interseções bruscas entre trajetórias — isso pode gerar "vibração de cavalo", que prejudica tanto a superfície quanto a durabilidade da ferramenta.

Erro comum: Achar que mais velocidade = mais produtividade. Na verdade, em grafite, velocidades excessivas aumentam o risco de fissuração e reduzem a vida útil da ferramenta em até 40%.

Você quer saber como aplicar essas técnicas na sua linha de produção? Deixe seu comentário abaixo com perguntas específicas — vamos responder em até 24 horas!

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